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2020

v. 5, n. 2 (2020)

A Ciência e Novo normal

A Ciência sempre fez parte da vida das pessoas, mas precisou de uma Pandemia para ganhar visibilidade e centralidade nos meios de comunicação de massa. A busca por uma vacina fez com que os noticiários dessem visibilidade ao processo de criação e validação de um produto científico. Pessoas começaram a compreender que no ambiente acadêmico para produzir algo que visa resolver um problema é necessário usar a metodologia correta, testar, validar... de maneira que o experimento possa ser reproduzido sem deixar margens para dúvidas.
Neste caso em específico foi necessário acelerar o tempo que era destinado a validação dos protocolos, porém mantendo o rígido controle dos fatores intervenientes. Isto é pesquisa científica - a busca de solução para um problema de relevância social, acadêmica e pessoal, partindo dos conhecimentos existentes que são tensionados com a prática e geram novos conhecimentos que possibilitam respostas efetivas para o problema inicial.
Muitas vezes o pesquisador acredita ter encontrado a resposta correta, mas, quando adentra no processo de socialização do conhecimento, torna-se necessário submeter o seu estudo para a análise externa. Neste momento as Revistas Científicas são as responsáveis por disseminar este conhecimento. Os editores recebem o estudo e encaminham para os pareceristas (especialistas na temática), que analisam minuciosamente o manuscrito e destacam as possíveis as fragilidades da pesquisa, esta retorna para o seu autor que só após resolver o que foi apresentado, tem o seu trabalho aceito e publicado em um periódico como este que você está lendo.
Todo este processo está dentro daquilo que convencionou-se chamar de “novo normal”. Mas o que há de novo? Para nós do mundo acadêmico quase nada, diria, que a satisfação de ver aquilo que fazemos diariamente sendo levado para toda a população e a certeza que a resolução dos grandes problemas da humanidade, passam pela ciência e estão presentes nas revistas acadêmicas.
É com a consciência de saber o papel dos periódicos científicos no Campo Acadêmico e na Sociedade como um todo, que venho respeitosamente me apresentar como o mais novo Editor da Revista Stricto Sensu. Contém conosco, pois cada vez mais a Sociedade conta e precisa de vocês!

Prof. Dr. Miguel Archanjo de Freitas Júnior
Diretor da Agência de Inovação e Propriedade Intelectual da Universidade Estadual de Ponta Grossa
Editor da Revista Stricto Sensu

v. 5, n. 1 (2020)

Qualis Referência será a nossa referência?

De forma quase que inevitável a relação entre pesquisadores e o qualis periódicos se tornou fortemente correlacionada. Um termômetro desta situação é que, para muitos pesquisadores, se tornou quase um hábito verificar a tabela de classificação do qualis periódicos antes de decidir uma revista cientifica para a publicação da sua pesquisa. Isso não acontece por acaso, já que o qualis tem um papel importante nas avaliações realizadas pela Capes aos programas de Pós-Graduação.
Um fato significativo é que o qualis periódicos não surgiu com o intuito de ser uma base indexadora de revistas científicas. Na verdade, o principal objetivo é representar um indicador de classificação da produção bibliográfica dos programas de pós-graduação, que por sua vez, são classificados por notas pela sua área de avaliação. Tradicionalmente, a tabela é dividida em uma quantidade de níveis mais altos e baixos, como um indicativo de graus da “qualidade” das revistas. A forma como ocorria a classificação das revistas era decidido por cada área de conhecimento, não sendo incomum à mesma revista dois ou mais níveis diferentes para diferentes áreas de conhecimento.
Hodiernamente, temos acompanhado a criação do chamado qualis referência, onde as revistas terão a mesma classificação, independente da área de conhecimento. Deste modo, a nova classificação das revistas aconteceria pela chamada área mãe, que seria a área que obteve o maior número de publicações nos anos anteriores, baseando-se em indicadores bibliográficos que nem sempre são os mesmos utilizados pelas áreas de conhecimento. Tudo isso gera um efeito imediato. Há vários casos de revistas que migraram para outras áreas de conhecimento, que não seja a própria área dos programas, e passam a ter uma classificação totalmente distinta, com qualis que era classificado por áreas. Em alguns casos, revistas que estavam nas classificações mais baixas passaram a ocupar posições mais altas e vice-versa, de forma repentina.
Essa alteração repentina acarreta consequências quase que imediatas e acaba alterando as escolhas de revistas para publicação, assim como afeta os editores das revistas, que buscam compreender como a classificação mudou positivamente ou não, inclusive aumentando o número de submissões de trabalhos em determinadas revistas com expectativa de aumento da classificação. Ou seja, apesar do objetivo do qualis ser classificar programas de pós-graduação, é praticamente impossível dissociar, pelo menos na sua totalidade, os efeitos que causam nas revistas.
Todos estes efeitos acontecem ainda baseados em expectativas de como serão as classificações das revistas. A divulgação oficial da classificação dos periódicos, que ocorrerá em 2021, conjuntamente com a próxima avaliação dos programas de pós-graduação. Além disso, vale ressaltar que os impactos desta nova classificação na avaliação dos programas ainda permanecem um mistério. Há de se fazer um balanço cuidadoso e imparcial dos pontos positivos e negativos que virão com o qualis referência. A correlação entre a decisão da revista com o seu qualis está em xeque, ademais de nos mostrar todas as dificuldades nas tentativas de aproximar a diversidade de conhecimento sob uma única classificação. Enfim, como indica o dito popular, estamos navegando em um barco que ainda está sendo construído, e tomará que seja para longe de tempestades.

Prof. Dr. Jose Danilo Szezech Junior
Diretor de Pós-Graduação da Universidade Estadual de Ponta Grossa
Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq - Nível 2


2019

v. 4, n. 2 (2019)

Dos diferentes conhecimentos que o homem pode exercer, sem dúvida, o conhecimento científico é o mais intrigante.
O conhecimento científico surpreende pelo fato de ser complexo e por explorar as habilidades intelectuais de quem faz uso.
É a forma mais racional do conhecimento, obtido através de uma constatação real, por meio de experimentos ou de observações da compreensão lógica dos fatos.
O conhecimento científico produzido metodicamente é a chave para a compreensão do mundo que nos cerca e a ferramenta que permite alterar a nossa realidade.
Todavia, o conhecimento cientifico necessita da divulgação para a disseminação.

Prof. Dr. Sergio Mazurek Tebcherani
Professor Titular Livre da Universidade Tecnológica Federal do Paraná
Bolsista de Produtividade em Desenvolvimento Tecnológico e Extensão Inovadora do CNPq - Nível 1B

v. 4, n. 1 (2019)

O momento científico atual no Brasil aparenta ser o mais devastador possível. Presenciamos esse ano uma seqüência de corte de verbas, bolsas e poucas aberturas de novos editais. Realmente a situação econômica não é das melhores, mas a saída, com certeza, não é a opressão à ciência. As Universidades Públicas são produtoras de mais de noventa por cento da produção científica nacional e as mudanças repentinas e pouco planejadas veio como um duro golpe aos dedicados pesquisadores em nosso país.

Docentes com vários orientados, projetos a escrever, relatórios com prazos, aulas, e, sem um aditivo financeiro extra. O pesquisador, no Brasil, faz ciência por amor, e espera que a vida gasta nos laboratórios mude pessoas, e que esses modificados, sintam a mesma vontade de continuar procurando as respostas.

A ciência sobreviverá, pois ela é feita com ideias e isso não nos falta.

Giovani Marino Favero
Docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas da Universidade Estadual do Centro-Oeste e Universidade Estadual de Ponta Grossa
Pró-Reitor de Pesquisa e Pós-Graduação da Universidade Estadual de Ponta Grossa


2018

v. 3, n. 2 (2018)

Big Brother Brasil, não é exatamente um programa exemplar para as famílias brasileiras e tão pouco para constar em menções de um periódico científico, mas o que ocorre no reality pode ser comparado à pesquisa científica e cabe reflexão.

A reflexão proposta aqui inicia com a reportagem divulgada pelo jornal globo.com (GLOBO, 2019, p. 1), que teve como título “Prova de Resistência Fiat Toro do BBB19 foi uma das mais longas da história”, “durou quase 25 horas e assumiu o 4º lugar no top 10”.

Na sequência a reportagem evidencia que a prova mais longa do programa deixou dois participantes em pé por 42 horas e 58 minutos no BB18 e, segundo a divulgação, acabou interrompida para “preservar a saúde dos participantes” (GLOBO, 2019, p. 1). 

Para os leitores acadêmicos que pouco conhecem as provas de resistência, o reality oferece prêmios e imunidade para o vencedor da prova, causando disputas acirradas entre os participantes.

Após esse breve introito, questiono aos leitores da Revista Stricto Sensu: Qual é o rumo da ciência e do entretenimento do nosso país? Para um pesquisador fazer ciência lícita e desenvolver medicamentos que irão proporcionar a cura de determinadas doenças ou alterar o código genético para que bebês nasçam sem o vírus HIV é necessário atender a um rigoroso Comitê de Ética em Pesquisa, no entanto, para o entretenimento é válido privar participantes de suas necessidades básicas por audiência.

Em um país em que fazer ciência é uma árdua tarefa, pois não há recursos suficientes, há cortes de bolsas de estudo em diversos níveis, redução dos investimentos em pesquisa, e tão pouco há a infraestrutura adequada, deveria prevalecer mais bom censo e menos implicações ou restrições com Comitês de Ética. Em uma comparação rudimentar com o Império Romano, basta pão e circo para manipulação das massas. No entanto, não mais em um anfiteatro romano, mas em uma telinha (com entretenimento), a política “Panem et circenses” ainda perpetua a ordem estabelecida, mantendo a plebe fiel e míope, sem valorizar o que realmente proporciona o desenvolvimento da nação: educação e pesquisa de qualidade.

Convidamos a todos para prestigiar as publicações desta edição, assim como, divulgar os resultados de suas pesquisas neste espaço destinado para a reflexão e cultura.

Profª. Drª. Claudia Tania Picinin
Docente do Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção da Universidade Tecnológica Federal do Paraná
Bolsista de Produtividade da Fundação Araucária
Editora da Revista Stricto Sensu

 

v. 3, n. 1 (2018)

Entre certezas e incertezas

Vivemos em nosso país um momento de muitas incertezas. Recentemente tivemos uma das mais disputadas campanhas eleitorais da nossa história, a qual nos trouxe uma novidade – a presença das redes sociais como elemento fulcral na definição das paixões políticas.
Porém, mesmo diante de tantas incertezas decorrentes de um cenário duvidoso, uma certeza permanece para quem está no mundo acadêmico, a reflexão crítica que leva a produção do conhecimento não pode parar nunca. Até porque ela é uma das principais responsáveis pelas novas descobertas e pela possibilidade de subsidiar outros olhares e respostas a problemas nem sempre novos.
Por isso, o lançamento de um novo número de uma revista científica é algo a ser comemorado com euforia. Trata-se de mais um momento em que a comunidade acadêmica rompe ao isolamento dos laboratórios, livros, teses... tão presentes e necessários no processo de construção de nossas pesquisas e neste momento apresenta para a sociedade da qual é tributária a materialização de novos conhecimentos e à divulgação do resultado do esforço, que, se não fosse por periódicos como este, ficaria circunscrito a um número reduzido de leitores, pois ainda não conseguimos fazer com que as pessoas se interessem pela produção acadêmica na mesma intensidade que elas se interessam pelas Fake News.
Desejo que a leitura desta revista seja proveitosa, pois temos certeza que aprender é algo fundamental e necessário em qualquer momento histórico.

Prof. Dr. Miguel Archanjo de Freitas Júnior
Docente do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais Aplicadas da Universidade Estadual de Ponta Grossa


2017

v. 2, n. 2 (2017)

2017: um ano de conquistas

Prezados autores. É com grande satisfação que publicamos o quarto número da Revista Stricto Sensu, e dispondo de várias novidades.
A primeira diz respeito à implantação o Digital Object Identifier (DOI) na Revista Stricto Sensu, tendo sido realizada a atribuição do DOI para todos os artigos publicados na Revista Stricto Sensu, incluso edições anteriores.
A segunda diz respeito à inclusão da Revista Stricto Sensu ao sistema Qualis, da Coodenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), estando classificada nos estratos B4 na área Administração e B5 nas áreas Interdisciplinar e Engenharias III.
A terceira diz respeito à indexação da Revista Stricto Sensu no Portal de Periódicos da CAPES, uma conceituada, importante e difusa base de dados para a comunidade científica brasileira.
Haja vista o agraciamento com tais conquistas, resumo a minha visão na seguinte frase: parece que estamos rumando para o caminho certo.
Agradecemos a todos pela confiança depositada na revista e parabenizamos-vos por essas conquistas, que não seriam obtidas sem vocês. Nessa oportunidade, reiteramos o agradecimento à vossa preferência pela nossa revista, e permanecemos na expectativa de recebermos novas contribuições da vossa autoria.

Atenciosamente,

Prof. Dr. Bruno Pedroso
Editor-chefe da Revista Stricto Sensu

v. 2, n. 1 (2017)

À classe pesquisadores-escritores: escritos que não são lidos

A quantidade e qualidade da produção científica proporciona reconhecimento social e funciona como câmbio, pois para a mudança de nível na carreira docente utiliza-se como pontuação. Algumas universidades particulares também utilizam a produção científica como critério para a progressão salarial. Assim, a produção científica torna-se naturalmente um desejo e uma necessidade do pesquisador, que divulga suas descobertas em número de trabalhos compatível com o preconizado pelos programas de pós-graduação e órgãos de fomento. No Brasil, a produção científica também serve para medir a ciência e atribuir mérito aos pesquisadores e universidades.
De acordo com os métodos de avaliação empregados pelas agências de fomento para medir a produtividade dos programas de pós-graduação e os próprios pesquisadores, muitas vezes o processo se torna deteriorado, pois os docentes são conduzidos a somente comunicar os resultados de suas pesquisas científicas ao invés de efetivamente ler e internalizar conhecimento.
Não se pode ser generalista, mas em grande proporção, os pesquisadores têm se tornado simplesmente um escritor, uma vez que, diante do sistema de avaliação da pós-graduação vigente, a figura do docente foi minimizada diante da figura do pesquisador, que publica artigos em revistas indexadas (em Qualis Capes ou JCR) para posteriormente serem lidos por algum ou nenhum pesquisador.
O termo “Homo Lattes” traduz uma comunidade de pesquisadores preocupados em divulgar os resultados das suas pesquisas e que não lê com tanta profundidade para escrever seus textos. Diante do exposto, convidamos você (pesquisador, escritor e leitor) para apreciar a publicação da nova edição da Revista Stricto Sensu, dedicando alguns instantes para uma profunda leitura em dois temas centrais (i) área da saúde (contemplando artigos sobre o futebol feminino; comportamentos de tenistas em competições amadoras; e qualidade de vida de tenistas de cadeira de rodas); (ii) área alimentícia (contemplando artigos sobre a cadeia produtiva de feijão; e caracterização do iogurte).

Boa leitura a todos!

Profa. Dra. Claudia Tania Picinin
Editora da Revista Stricto Sensu


2016

v. 1, n. 2 (2016)

É com satisfação que colocamos no ar a publicação da edição n. 2 da Revista Stricto Sensu, periódico semestral e multidisciplinar. Os artigos seguem o padrão de qualidade e a pluralidade de representações institucionais pretendidos pela Revista.
Essa segunda edição também reafirma a atenção ao quesito qualitativo em relação aos conteúdos, trazendo artigos que versam sobre temas atuais e de interesse de diferentes áreas.
Com foco nessa atenção, os artigos passaram pela avaliação de nossos pareceristas ad hoc, doutores, especialistas nas respectivas temáticas dos artigos submetidos. Aferir qualidade nas edições muitas vezes significa rejeitar uma parte dos artigos submetidos. Acrescentamos, no entanto, que o parecer negativo não significa dizer que o estudo não oferece nenhuma condição de publicação, mas, que na forma como se encontra o artigo naquele momento, não correspondeu às expectativas da revista ou de seus pareceristas, envolvidos com a pretensão conjunta de elevar o nível das edições e, consequentemente, o qualis da Revista Stricto Sensu.
Esperamos compreensão dos pesquisadores e reafirmamos o desejo de que tais estudos tenham os seus textos aprimorados a partir das avaliações, podendo, inclusive, ser encaminhados para uma nova submissão a esta Revista, ou a outras.
Buscamos, dessa forma, oferecer a segurança para aqueles que têm confiado nesta Revista. E reafirmamos que há um esforço em contribuir não apenas para a quantificação das possibilidades de divulgação dos resultados das pesquisas realizadas nos programas Stricto Sensu, mas, também para a qualificação dessa divulgação.

Desejamos a tod@s uma (nova) boa leitura!

Prof. Dr. José Roberto Herrera Cantorani
Editor da Revista Stricto Sensu

v. 1, n. 1 (2016)

Quem vê Qualis não vê coração (ou não?)

Em um meio aonde a qualidade dos pesquisadores é aferida a partir das suas publicações, é difícil alguém se propor a despender tempo para produção de um material a ser “desovado” em um periódico não classificado no Qualis. É um investimento de risco. É apostar na “zebra”.
Não mais publicamos aonde queremos, mas sim, aonde querem que publiquemos. Mas, por outro lado, assumir riscos faz parte do jogo. O processo de construção é moroso e depende de uma legião de “apostadores” não imediatistas que oportunizam aos periódicos emergentes, em meio ao voraz cenário da pós-graduação stricto-sensu brasileira, em coexistir com periódicos já consolidados, de renome e de excelência.
Nessa primeira edição, trazemos cinco trabalhos oriundos de diferentes programas de pós-graduação stricto-sensu das regiões sul e sudeste do Brasil, oportunidade em que aproveitamos para externar o mais sincero agradecimento aos pesquisadores que nos deram esse voto de confiança e apostam no trabalho da equipe da Revista Stricto Sensu.
Não podemos prometer que a Revista Stricto Sensu constará na próxima atualização do Qualis e nem em atualizações posteriores deste. O que está ao nosso alcance é prometer que não serão medidos esforços para que isso ocorra, por meio de ampla divulgação, seriedade e imparcialidade no processo de seleção dos artigos de composição às suas edições e compromisso de continuidade desse trabalho. Isso nós podemos garantir.
Reiteramos o agradecimento aos que materializaram essa edição inaugural da Revista Stricto Sensu, e, acima de tudo, fazemos votos para que lograstes êxito na vossa aposta.

Prof. Dr. Bruno Pedroso
Editor-chefe da Revista Stricto Sensu


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